As eleições de 2026 escolheram os ocupantes de 54 das 81 cadeiras do Senado Federal, ou seja, dois terços da Casa. Os 26 estados e o Distrito Federal elegeram dois senadores cada.
Em cada unidade da Federação, ficaram com as vagas os dois candidatos mais votados. Os eleitos terão mandatos de oito anos.
Como funcionou a escolha dos senadores
Como havia duas vagas abertas por estado, cada eleitor votou em dois nomes para o Senado. A regra é majoritária: ganharam as cadeiras os dois candidatos com mais votos em cada unidade da Federação.
A renovação atingiu as 27 unidades da Federação ao mesmo tempo. Por isso o resultado pesa tanto na correlação de forças em Brasília.
Com os eleitos, o PL chegará a 2027 com a maior bancada da Casa, com 28 senadores, contra nove do PT, segundo levantamento do Poder360.
Onde consultar os resultados oficiais
Os números da disputa são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O g1 reuniu esses dados em uma página especial, com a votação para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual e distrital em cada estado.
A ferramenta mostra o desempenho dos candidatos em cada unidade da Federação. Também traz mapas e painéis com os números consolidados da votação no país.
O que muda com a nova composição
Os 54 eleitos vão se juntar aos 27 senadores cujos mandatos continuam, e assim se completam as 81 cadeiras da Casa. É essa composição que vai conduzir as votações do Senado na próxima legislatura.
Como cada eleitor indicou dois nomes, o resultado em cada estado dependeu de como esses votos se dividiram entre os candidatos. Em vários casos, a segunda vaga foi decidida por uma diferença menor que a primeira.
A disputa pelo Senado também tem um comportamento próprio entre os eleitores. A eleição para senador costuma registrar mais votos brancos e nulos que as de presidente e governador, segundo levantamento do TSE.