O Tropiquim é um portal de comunicação soberana que acredita no Brasil. Esta página explica, sem rodeios, como as notícias chegam até você: de onde vêm, como são escritas, o que a tecnologia faz e o que fica a cargo de gente. Achamos que você tem o direito de saber — e que confiança se constrói mostrando o processo, não escondendo.
Nossa pauta é o Brasil: política, economia, meio ambiente, ciência, tecnologia, saúde e cultura, lidos a partir do país e da sua gente. Escolhemos o que publicar por três perguntas: isso afeta a vida das pessoas ou o funcionamento das instituições? isso ajuda a entender o Brasil? isso convida a sentir orgulho e pertencimento, sem esconder o que precisa ser cobrado? Deixamos de fora o que existe só para viralizar, a curiosidade sem substância e a polêmica pela polêmica.
Temos lado: o do país e da sua gente. Isso não é neutralidade convencional, e não fingimos que é. Também não é panfleto. Posição, aqui, vem com clareza, respeito e contexto.
O Tropiquim não tem repórteres na rua. Nossas notícias partem de reportagens publicadas por veículos jornalísticos brasileiros que respeitamos — agências públicas, jornalismo independente e grandes redações. Não copiamos: lemos, selecionamos o que importa, organizamos com ângulo próprio e escrevemos um texto novo, com contexto.
Por isso, toda notícia do Tropiquim mostra suas fontes. No fim de cada texto, o bloco “Fontes” lista as reportagens em que ele se baseou, com o nome do veículo, o link para a matéria original e uma frase descrevendo o que cada cobertura destacou. Quando mais de um veículo cobre o mesmo fato, o bloco mostra todos, para você comparar. Quando uma informação é apuração exclusiva de um veículo, o texto diz isso pelo nome.
Respeitamos as licenças de cada fonte. Só usamos veículos cujos termos permitem a reescrita com crédito, e damos o crédito que cada um pede.
Usamos inteligência artificial em etapas do nosso processo: para selecionar, entre centenas de notícias por dia, as que cabem na nossa linha editorial; para reunir coberturas do mesmo acontecimento; e para escrever o texto que você lê, a partir das fontes listadas e sob regras editoriais que nós definimos.
A curadoria dessas regras, a escolha das fontes, o tom, os limites do que pode ser afirmado e a responsabilidade pelo resultado são humanos, sob direção editorial de Giulia Gigli. O que não fazemos: não inventamos fatos, não acrescentamos informação que não esteja nas fontes, não atribuímos a alguém o que essa pessoa não disse.
Somos transparentes sobre isso em cada texto: a nota ao fim de cada notícia diz que ela foi escrita pela Redação Tropiquim com apoio de inteligência artificial e curadoria editorial.
Notícia é história em andamento. Quando um fato evolui e uma nova cobertura chega, o texto original é atualizado — com o novo desdobramento integrado ao que já estava lá, não só colado no fim — e a fonte da atualização entra no bloco “Fontes”. O título e o endereço da notícia não mudam.
Erramos, e vamos errar de novo. O que prometemos é corrigir. Se você encontrar um erro de fato, uma atribuição errada ou um contexto que falta, escreva para otropiquim@gmail.com com o link da notícia. Avaliamos, corrigimos e, quando o erro for relevante, deixamos a correção registrada no próprio texto.
O Tropiquim é um projeto independente. Não recebe dinheiro para publicar ou deixar de publicar pauta, não tem conteúdo patrocinado disfarçado de notícia e não se curva a algoritmo nem a tendência. Se um dia houver publicidade, ela estará identificada como tal e separada do conteúdo editorial. Quem responde pelo portal está na página Sobre.
Sugestões, críticas e pedidos de correção: Contato ou otropiquim@gmail.com.
Falamos com você, não para você — e gostamos de ouvir de volta.