O PSB confirma nesta quarta-feira (29), em Brasília, a candidatura de Geraldo Alckmin a vice-presidente na chapa de reeleição do presidente Lula (PT).
A convenção nacional também vai referendar a coligação entre PSB e PT, repetindo a aliança que venceu as eleições de 2022.
Lula deve comparecer ao encontro, que reúne lideranças partidárias e parlamentares aliados.
Segundo partido a declarar apoio
O PSB é a segunda sigla a formalizar apoio à candidatura de Lula à reeleição. O PDT foi o primeiro partido a oficializar a aliança, na semana passada, com apoio aprovado por unanimidade na convenção nacional.
Outras legendas de esquerda também sinalizam apoio ao petista, como PCdoB, PV e PSOL, que integram federações partidárias ligadas ao governo.
Os partidos têm até 5 de agosto para realizar suas convenções e até 15 de agosto para registrar os candidatos na Justiça Eleitoral. As propagandas eleitorais começam em 16 de agosto.
Direita segue fragmentada
Enquanto a base de Lula se consolida, o campo da direita ainda negocia alianças. Lula e Ronaldo Caiado foram os únicos presidenciáveis a fechar chapa de vice ainda em junho, com Gilberto Kassab (PSD) na vaga.
Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) iniciaram as convenções sem vice definido, retrato da dificuldade de costurar acordos no campo bolsonarista.
Missão lança o empresário Renan Santos, e o Avante aposta no escritor Augusto Cury, nomes fora do eixo tradicional. MDB, União, PP, Republicanos e a Federação Renovação Solidária ainda não definiram apoio a nenhuma chapa presidencial.