Política

Bombeiros do Triângulo Mineiro embarcam para resgatar vítimas de terremotos na Venezuela

Quatro militares de Uberaba e Patos de Minas integram missão humanitária com cães de busca e equipamentos pesados
Equipes de bombeiros mineiros em missão de resgate após terremoto na Venezuela

Treze bombeiros militares de Minas Gerais embarcaram no domingo (28) para a Venezuela integrar a força-tarefa brasileira de resgate após os terremotos que atingiram o país.

Entre eles, quatro são do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba: dois do 8º Batalhão, em Uberaba, e dois do 12º Batalhão, em Patos de Minas.

Os profissionais atuarão em áreas com estruturas colapsadas, com suporte de cães de busca e equipamentos pesados — e trabalho coordenado com autoridades venezuelanas.

Do 8º Batalhão de Bombeiros Militar de Uberaba partiram o Tenente-coronel Josias e o Sgt Crozara. O 12º Batalhão, de Patos de Minas, confirmou o envio do tenente Renato Melo e do sargento Lúcio Flávio, especialistas em busca e salvamento. Junto a eles, bombeiros de Barbacena, Belo Horizonte, Divinópolis, Governador Valadares, Juiz de Fora e Varginha completam a delegação mineira.

Os 13 militares integram o Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres (Bemad), unidade de referência do CBMMG para ocorrências de grande porte. A força-tarefa brasileira inclui ainda militares de São Paulo e do Paraná, com voos partindo de Minas Gerais e de São Paulo sob coordenação do Batalhão de Operações Aéreas, em Belo Horizonte.

Os bombeiros mineiros reforçam uma força-tarefa de 130 agentes brasileiros que já atua na Venezuela desde sexta-feira (26), em corrida contra o tempo para encontrar sobreviventes sob os escombros. A missão chegou ao país no sábado (27) a bordo de um KC-390 da Força Aérea Brasileira, com equipes de Minas, São Paulo e Paraná desde o início da operação.

As atividades previstas incluem localização de vítimas, escoramento de estruturas, corte e rompimento de materiais, atendimento pré-hospitalar e apoio logístico em zonas atingidas pelos abalos sísmicos.

Os militares embarcaram com ferramentas de corte, sistemas de iluminação, materiais de escoramento e dispositivos de elevação de carga — equipamentos necessários para operações em ambientes de alto risco com vítimas soterradas.

A missão é coordenada com órgãos federais responsáveis pela cooperação internacional e respeita as prioridades definidas pelas autoridades venezuelanas. Para o CBMMG, a participação reforça um histórico consolidado de atuação em desastres fora do país — a corporação já respondeu a emergências no Haiti, em Moçambique e na Turquia.

A tragédia na Venezuela tem conexão direta com o Triângulo Mineiro: o pastor Romildo Batista de Lima, de Uberlândia, morreu após ser resgatado dos escombros — o mesmo tipo de cenário em que os bombeiros da região agora trabalham para salvar vidas. Os mortos já passam de 1,4 mil enquanto a FAB resgata brasileiros que estavam no país.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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