O Governo do Distrito Federal decidiu manter as medidas de segurança e o monitoramento de inteligência nesta terça-feira (9), durante o julgamento de Jair Bolsonaro e outros sete réus.
Segundo o governador Ibaneis Rocha, não há risco de confrontos violentos. O esquema já havia sido considerado eficaz na semana anterior.
Para o dia 12, a equipe avaliará se será necessário reforço, dependendo do comportamento do público e do início da divulgação dos votos.
Esquema de segurança reforçado
Desde 1º de setembro, o acesso à Praça dos Três Poderes está sob controle da Polícia Militar do DF, com reforço de efetivo nas vias próximas. Uma célula presencial de inteligência foi criada para monitorar a situação em tempo real, reunindo órgãos distritais e nacionais.
O acesso ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) é feito por detector de metais, e cães policiais realizam varreduras nos arredores. Durante a noite, drones equipados com câmeras térmicas são utilizados para detectar movimentações suspeitas.
O governador Ibaneis Rocha afirmou que “não há risco de confrontos” e que o esquema de segurança funcionou conforme o esperado na semana anterior.
Grande procura para acompanhar julgamento
O Supremo Tribunal Federal credenciou 501 jornalistas de imprensa, tanto do Brasil quanto do exterior, para cobrir o julgamento. Além disso, mais de 3,3 mil pessoas se inscreveram para acompanhar as sessões presencialmente.
Os inscritos serão acomodados no plenário da Segunda Turma do Supremo, onde foram disponibilizados 150 lugares. O julgamento ocorrerá na sala da Primeira Turma, com 80 cadeiras reservadas aos jornalistas, ocupadas por ordem de chegada.