Política

Militares do núcleo 4 da trama golpista são presos; coronel foge

Três dos sete condenados vão para batalhões em Brasília e Vila Velha; Reginaldo Abreu está foragido
STF ao entardecer com militares presos do Exército condenados por trama golpista

Três dos sete militares condenados pelo núcleo 4 da trama golpista foram presos nesta sexta-feira (10) por ordem do Supremo Tribunal Federal e serão mantidos em batalhões do Exército em Brasília e em Vila Velha, no Espírito Santo.

O Exército informou que o coronel Reginaldo Abreu, também condenado no mesmo núcleo, está foragido e não se apresentou para o cumprimento da pena.

O núcleo 4 foi condenado por espalhar informações falsas contra o processo eleitoral com o objetivo de viabilizar uma tentativa de golpe de Estado. Dos sete integrantes desse grupo, apenas três foram efetivamente detidos nesta data.

Os batalhões designados para o cumprimento das penas já abrigam outros militares condenados pelo envolvimento na tentativa de golpe — o que indica uma prática consolidada de segregação dos réus dentro da própria estrutura do Exército.

Em março, o STF havia analisado os recursos dos réus do núcleo 4, que contestavam as provas e os cálculos das penas antes de serem encaminhados para os batalhões. Com o julgamento dos embargos concluído, o caminho estava aberto para o início da execução das condenações. Leia mais: STF julga recursos de condenados pelo núcleo de fake news da trama golpista.

O padrão se repete: assim como ocorreu com o núcleo anterior de condenados da trama golpista, os militares do núcleo 4 também foram encaminhados para batalhões do Exército. A mesma sistemática havia sido adotada nas prisões dos chamados ‘kids pretos’, em março. Leia também: Moraes manda prender últimos ‘kids pretos’ livres da trama golpista.

A condição de foragido do coronel Reginaldo Abreu, reconhecida pelo próprio Exército, adiciona tensão ao processo. Sua não apresentação representa descumprimento de ordem judicial do STF e pode resultar em novas medidas coercitivas.

A escolha por instalar os condenados em unidades militares — e não em presídios comuns — segue o mesmo critério aplicado aos demais réus da trama, consolidando uma prática que o Exército tem adotado no cumprimento dessas determinações judiciais.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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