Economia

Desenrola 2.0 já acumula quase R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas

Ministro Dario Durigan anunciou o resultado nesta segunda-feira; módulo do Fies deve estar operativo ainda esta semana
Ministro Dario Durigan anuncia Desenrola 2.0 dívidas renegociadas no contexto do governo Lula

O Desenrola 2.0 está perto de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que divulgou os dados nesta segunda-feira (11).

O programa foi lançado na semana passada e é voltado a brasileiros com renda mensal de até cinco salários-mínimos — R$ 8.105 — que estejam inadimplentes com o sistema bancário.

Para participar, o devedor precisa ter dívidas em cartão de crédito, cheque especial ou crédito pessoal (CDC) contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos.

O modelo prevê que os próprios bancos façam novos empréstimos para substituir as dívidas em condições mais favoráveis ao consumidor.

Uma das regras permite ao trabalhador usar até 20% do saldo da conta do FGTS — ou R$ 1 mil, o que for maior — para quitar parte ou a totalidade dos débitos elegíveis.

Fies entra na semana

O ministro Durigan afirmou que o módulo do Fies deve estar “totalmente operativo” ainda nesta semana. O componente prevê descontos de até 99% para inscritos no CadÚnico e de 77% para os demais, sobre uma carteira de R$ 61 bilhões em atraso — beneficiando estudantes com débito vencido há mais de um ano.

O volume próximo de R$ 1 bilhão foi acumulado em menos de uma semana de operação efetiva: os bancos só passaram a ofertar o Desenrola 2.0 após a liberação da infraestrutura do FGO, no início da noite de terça-feira (5) de maio.

Com a entrada do módulo do Fies — ainda indisponível no período inicial —, o programa passa a alcançar também estudantes com dívidas vencidas há mais de um ano, ampliando o universo de beneficiários.

O Desenrola 2.0 cobre três das principais modalidades de crédito usadas por brasileiros de renda mais baixa: cartão de crédito, cheque especial e CDC. A possibilidade de usar o saldo do FGTS como instrumento de pagamento adiciona uma alternativa concreta para trabalhadores que não conseguiriam honrar as parcelas sem acesso ao fundo.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
Leia mais

Desenrola Fies proíbe apostas para quem renegociar dívida estudantil

Anvisa confirma bactéria em mais de 100 lotes de produtos Ypê

Governo lança MP para subsidiar gasolina e diesel antes das eleições

Brasil bate recorde de consumo de vinho em 2025 enquanto mercado global encolhe