Tecnologia

Portal do STM continua fora do ar após incidente cibernético

Tribunal isolou sistemas afetados e diz que atuação processual não foi comprometida
Sede do STM em Brasília com efeito de falha digital, ilustrando o STM fora do ar após ataque cibernético

O Superior Tribunal Militar (STM) identificou um incidente de segurança cibernética em seu portal eletrônico em 2 de julho, e o site segue fora do ar há cerca de duas semanas enquanto equipes técnicas trabalham na recuperação dos sistemas.

Segundo a Corte, a falha atingiu apenas o site institucional e não comprometeu os sistemas internos nem o andamento dos processos em tramitação no tribunal.

Resposta técnica e protocolos de segurança

De acordo com o STM, as equipes de tecnologia isolaram os sistemas afetados assim que identificaram o problema e adotaram as medidas previstas nos protocolos internos de segurança. Os procedimentos incluem a investigação da origem do incidente e o restabelecimento gradual dos serviços digitais do tribunal.

O chefe da equipe técnica responsável afirmou que o STM “respondeu prontamente conforme seus protocolos, trabalha com os órgãos competentes para restabelecer os serviços e manterá a sociedade informada à medida que houver informações confirmadas”.

A Corte informou ainda que o incidente foi comunicado às autoridades competentes para a adoção das providências necessárias, mas evitou detalhar a natureza do ataque para não comprometer a apuração em curso.

Ataques recentes miram instituições públicas

O STM reconheceu que o episódio ocorre em um contexto de ataques cibernéticos registrados recentemente contra outras instituições públicas brasileiras, mas destacou que cada caso apresenta características próprias e vem sendo analisado de forma individual pelas equipes de segurança digital.

A Corte reforçou que vai divulgar novas informações apenas quando houver confirmação técnica dos fatos, evitando especulações que possam prejudicar tanto a investigação quanto a proteção dos sistemas ainda em processo de recuperação.

Até a publicação desta matéria, o tribunal não informou uma data prevista para o retorno completo do portal ao ar, mas assegurou que a prioridade é garantir a integridade dos dados antes de restabelecer o acesso público ao site.