Política

PT reserva R$ 127 milhões do Fundo Eleitoral para reeleger Lula em 2026

Diretório Nacional aprovou a divisão dos recursos nesta sexta; candidaturas à Câmara são prioridade
Lula em retrato presidencial com Câmara dos Deputados, simbolizando PT fundo eleitoral campanha Lula 2026

O PT vai destinar R$ 127 milhões do Fundo Eleitoral à campanha de reeleição do presidente Lula em 2026. O valor equivale a 20,64% dos R$ 615,3 milhões recebidos pelo partido — a segunda maior cota entre todos os partidos brasileiros.

A decisão foi tomada em reunião do Diretório Nacional, nesta sexta-feira (3), em Brasília. Os recursos para os demais cargos também foram distribuídos, mas poderão ser revistos para garantir cotas mínimas de candidaturas femininas, negras e indígenas.

Câmara como prioridade e grupos de prioridade estaduais

A resolução aprovada pelo Diretório Nacional estabelece que a maior parte dos recursos irá para candidaturas à Câmara dos Deputados. Parlamentares que disputam a reeleição foram classificados como “prioridades natas”. As Comissões Executivas Estaduais serão responsáveis por organizar os nomes em três grupos de prioridade — critério que também vale para deputados estaduais e distritais.

Em seguida, o Grupo de Trabalho Nacional analisará as indicações dos diretórios estaduais e fará a distribuição final dos recursos entre as candidaturas.

Segunda maior cota do fundo, 23% acima de 2022

O PT obteve a segunda maior fatia do Fundo Eleitoral de 2026, equivalente a 12,4% do total distribuído entre os partidos. A cota é 23% superior à de 2022, quando o partido recebeu R$ 499,6 milhões.

À frente na disputa por recursos, o PL triplicou sua cota e vai receber R$ 881,6 milhões em 2026 — o triplo do que obteve no ciclo anterior. A diferença reflete os critérios legais de distribuição, que consideram representação no Congresso e desempenho em eleições passadas.

Calendário eleitoral e regras de propaganda

Apesar da movimentação crescente entre pré-candidatos, o período oficial de campanha só começa em 16 de agosto. A partir dessa data, a propaganda eleitoral fica liberada nas ruas e na internet — com propostas, mensagens, realizações e trajetórias dos candidatos.

Pedidos de voto antes dessa data são considerados propaganda irregular e estão sujeitos a multas. Com R$ 127 milhões reservados para a disputa presidencial, a campanha de Lula deve seguir o padrão de 2022, quando produção para rádio e TV e impulsionamento digital foram as maiores rubricas eleitorais.

A propaganda paga ou impulsionada na internet é permitida até 1º de outubro. Comícios também podem ocorrer até essa data. As campanhas de rua se encerram às 22h de 3 de outubro, véspera do primeiro turno — com distribuição de adesivos e panfletos, passeatas e carreatas autorizadas até lá.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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