Economia

Brasil tem 624 mil desempregados a menos em um ano, aponta PNAD

Taxa de desocupação ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, com 6,1 milhões sem trabalho
Bandeira do Brasil e logotipo do IBGE em composição sobre taxa de desemprego PNAD maio 2026

O Brasil fechou o trimestre de março a maio de 2026 com 6,1 milhões de desempregados — 624 mil a menos do que no mesmo período do ano anterior, queda de 9,3%, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta sexta-feira (26) pelo IBGE.

A taxa de desocupação ficou em 5,6%, recuo de 0,6 ponto percentual em relação aos 6,2% registrados no trimestre encerrado em maio de 2025.

Frente ao trimestre encerrado em fevereiro de 2026, os indicadores se mantiveram estáveis: a taxa era de 5,8% e o contingente de desempregados, de 6,2 milhões.

Queda anual sustentada

A redução de 624 mil trabalhadores sem emprego em relação ao mesmo trimestre de 2025 é o dado mais expressivo da pesquisa. O resultado de maio consolida uma trajetória de melhora sustentada ao longo dos últimos trimestres.

O recuo do desemprego segue a tendência do primeiro trimestre de 2026, quando a queda da desocupação impulsionou o consumo das famílias e sustentou o crescimento de 1,1% do PIB — ciclo em que a agropecuária também atuou como motor da expansão. Leia mais sobre o desempenho da economia no 1º trimestre.

A estabilidade frente a fevereiro sinaliza que o mercado de trabalho sustenta o patamar alcançado. A variação de 5,8% para 5,6% e a queda de 100 mil desempregados no comparativo imediato são movimentos consistentes com acomodação — não com reversão de tendência.

Mercado de trabalho resiste em 2026

A leitura da PNAD ganha peso quando combinada a outros indicadores recentes. Em abril de 2026, o Caged registrou 85 mil novas vagas formais — saldo positivo que, somado à estabilidade do desemprego, reforça a resistência do mercado de trabalho nos meses iniciais do ano. Veja os dados completos do Caged de abril.

A combinação de taxa baixa e massa de desempregados em queda tem impacto direto na renda familiar e no consumo interno — variáveis que funcionam como base de sustentação da atividade econômica.

Nos dois últimos trimestres, o número de desempregados oscilou entre 6,1 e 6,2 milhões. A queda de 9,3% frente ao mesmo período de 2025 — 624 mil pessoas a menos sem trabalho — é o indicador que melhor representa a magnitude da melhora acumulada em doze meses.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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