Negócios

Petrobras compra 50% do bloco Itaimbezinho no pré-sal da Bacia de Campos

Equinor permanece com a outra metade; transação ainda precisa de aval do Cade e da ANP
Exploração de petróleo: Petrobras firma presença no bloco pré-sal da Bacia de Campos

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (10) a aquisição de 50% do bloco exploratório Itaimbezinho, localizado no pré-sal da Bacia de Campos, no litoral brasileiro.

O restante do ativo segue com a Equinor Brasil Energia, subsidiária da norueguesa Equinor, que era a única detentora do bloco até então.

O bloco Itaimbezinho é uma área delimitada no fundo do mar, concedida pelo governo para que empresas investiguem a existência de petróleo ou gás. Com a compra, a Petrobras passa a dividir a operação com a Equinor em participação igualitária.

A gestão do contrato de partilha de produção ficará a cargo da Pré-Sal Petróleo (PPSA), empresa pública criada para representar os interesses da União nos acordos de exploração do pré-sal.

A transação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de outras exigências regulatórias e governamentais aplicáveis.

O Itaimbezinho reforça um ciclo de expansão da estatal no pré-sal: em maio, a Petrobras havia confirmado o desenvolvimento do bloco Aram, na Bacia de Santos, com dois poços produtores previstos até 2030 — outro movimento na mesma direção estratégica.

Recomposição de reservas como meta estratégica

Em comunicado, a Petrobras declarou que a operação “está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras e atuação em parceria”.

A estrutura da negociação reflete o modelo citado pela estatal: participação igualitária com uma parceira internacional. A Equinor Brasil Energia permanece como co-operadora do bloco, enquanto a PPSA assume a gestão do contrato de partilha de produção.

A conclusão da transação depende de aprovações regulatórias do Cade e da ANP, além de outras exigências governamentais. A Petrobras não divulgou prazo estimado para o encerramento do processo.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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