Política

PF deflagra nova fase da Operação Sem Desconto com prisões no Ceará e no DF

Operação Indébito cumpre 19 mandados de busca e 2 prisões para aprofundar fraudes em benefícios previdenciários do INSS
Operação INSS descontos ilegais: Polícia Federal deflagra nova fase com mandados e prisões contra fraude de aposentados

A Polícia Federal e a CGU deflagraram nesta terça-feira (17) a Operação Indébito, novo desdobramento da Operação Sem Desconto, que investiga descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS.

As ações ocorrem simultaneamente no Ceará e no Distrito Federal, com cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão e medidas cautelares diversas.

Mandados expedidos pelo STF

Os mandados judiciais foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal em procedimentos sob a relatoria do ministro André Mendonça. A operação tem como objetivo aprofundar as investigações da Operação Sem Desconto para esclarecer a prática de crimes graves no sistema previdenciário.

Entre os crimes apurados estão a inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial.

O Careca do INSS, preso desde setembro de 2024 como um dos principais suspeitos do esquema de descontos ilegais, permanece no centro das investigações que agora ganham nova fase com a Operação Indébito.

Paralelamente à investigação criminal da PF, o Senado trava disputa no próprio STF para reativar as quebras de sigilo da CPMI que apura o mesmo esquema de fraudes previdenciárias.

Impacto sobre beneficiários

O esquema investigado pela PF já causou prejuízo a mais de 5 milhões de beneficiários — dos quais 760 mil ainda não formalizaram a adesão ao acordo de ressarcimento, cujo prazo encerra nesta sexta-feira.

A Operação Sem Desconto, da qual a Operação Indébito é desdobramento, investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões em todo o país.

A nova fase das investigações, com prisões no Ceará e no Distrito Federal, indica que a PF e a CGU seguem ampliando o alcance da apuração sobre os crimes de estelionato previdenciário e ocultação patrimonial identificados anteriormente.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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