Política

Zema promete privatizar Petrobras e Banco do Brasil para custear obras

Pré-candidato do Novo também defendeu impeachment de Moraes e pena mínima de 25 anos para facções criminosas
Romeu Zema diante das sedes da Petrobras e do Banco do Brasil, ilustrando promessa de privatizar Petrobras Banco do Brasil

O pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, prometeu neste sábado (18) privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil e usar o dinheiro da venda das estatais para financiar obras de infraestrutura pelo país.

A proposta foi anunciada durante discurso no 10º Encontro Nacional do partido, em São Paulo, e integra o que ele chamou de missão para “virar a chave do crescimento e da prosperidade” do Brasil.

Segundo Zema, o plano inclui reduzir gastos públicos, diminuir a dívida do país e baixar os juros para estimular a economia brasileira.

Críticas a Lula e à situação econômica

No discurso, Zema disse que “o Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula”, ao criticar diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele afirmou que o trabalhador brasileiro precisa ter dois empregos para fechar as contas no fim do mês, enquanto empreendedores enfrentam noites em claro por causa dos juros altos.

O pré-candidato também criticou as políticas de cotas e o que classificou como “doutrinação progressista nas escolas”, reforçando o discurso alinhado ao campo conservador que marcou sua fala no encontro do Novo.

Segurança pública: facções como organizações terroristas

Na área de segurança, Zema prometeu classificar facções criminosas como organizações terroristas caso seja eleito. Ele também defendeu o envolvimento das Forças Armadas na retomada de territórios hoje controlados pelo crime organizado e propôs pena mínima de 25 anos de prisão para integrantes dessas organizações.

Impeachment de Moraes e ataques ao STF

Sobre o Judiciário, Zema voltou a criticar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Ele afirmou que pretende construir maioria no Senado para aprovar o impeachment de Moraes, além de defender o fim das decisões monocráticas, do foro privilegiado e a proibição de parentes de ministros de advogarem nos mesmos tribunais.

A fala repete um padrão de ataques de Zema ao ministro do STF: três dias antes, ele já havia defendido o direito de Jair Bolsonaro trocar cartas durante a prisão domiciliar, em nova investida contra Moraes.

A promessa de privatizar Petrobras e Banco do Brasil também se soma a outras propostas polêmicas da pré-campanha de Zema, como a que exigia apenas dos homens a conclusão dos estudos para permanecer no programa Bolsa Família.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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