A Carteira de Identidade Nacional (CIN), novo documento de identidade do Brasil, será aceita para entrada em oito países da América do Sul.
O acordo foi assinado nesta sexta-feira (29) durante reunião de ministros da Justiça e do Interior do Mercosul, realizada no Paraguai.
Ainda não há data oficial para a medida entrar em vigor. A expectativa é que os países passem a aceitar o documento a partir de agosto.
Com a assinatura do acordo, a CIN passa a integrar a lista de documentos válidos para cruzar as fronteiras dos países signatários. Antes da decisão, os brasileiros já podiam entrar nessas nações com outros documentos de identidade reconhecidos pelos países do bloco.
O acerto foi firmado em um encontro de cúpula de ministros da Justiça e do Interior do Mercosul — o que evidencia o caráter oficial e multilateral da decisão. O Paraguai sediou a reunião.
Quando começa a valer
Nenhuma data foi formalmente estabelecida para que os países iniciem a aceitação da CIN. A expectativa é agosto de 2026, mas os procedimentos internos de cada nação ainda precisam ser concluídos antes que o documento passe a ser efetivamente aceito nas fronteiras.
O acordo abrange oito países da América do Sul. Com a CIN incluída, os brasileiros terão mais uma opção de documento para circular pela região.
Impacto para viajantes brasileiros
A inclusão da CIN na lista de documentos aceitos beneficia especialmente quem viaja com frequência para países vizinhos. Ter o novo documento de identidade como opção válida amplia as alternativas disponíveis para o cidadão brasileiro que precisa circular pela América do Sul.
A decisão reflete um movimento de integração documental entre os países do Mercosul, que já reconhecem documentos de identidade nacionais para a entrada de cidadãos da região — prática consolidada entre os membros do bloco.
O prazo de agosto ainda é estimativo. A efetivação depende de cada país concluir seus processos internos de reconhecimento da CIN como documento válido de entrada, o que pode variar conforme a legislação e os trâmites administrativos de cada nação.
