O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está a caminho da China nesta quarta-feira (13). O Air Force One sobrevoava o Japão por volta das 7h40, no horário de Brasília, ao se aproximar do espaço aéreo chinês.
Quase 9 mil pessoas acompanhavam em tempo real a rota da aeronave pelo FlightRadar24, plataforma de rastreamento de voos ao redor do mundo.
O rastreamento e o peso simbólico da viagem
Por volta das 7h40 no horário de Brasília, o Air Force One sobrevoava o Japão em sua rota final ao território chinês. A aeronave presidencial atraiu a atenção de quase 9 mil usuários simultâneos no FlightRadar24 — que acompanhavam em tempo real cada ponto da trajetória rumo a Pequim.
O interesse global reflete o peso diplomático da visita. Trump chega à China dias depois de um sinal revelador: seis dias antes do embarque, ele recebeu o presidente Lula na Casa Branca e ouviu diretamente que o recuo americano da América Latina havia aberto caminho para a China avançar na região.
A declaração de Lula, feita durante encontro bilateral, evidenciou como a influência chinesa avançou nos espaços que os EUA deixaram de ocupar — tornando a visita a Pequim ainda mais carregada de simbolismo político.
A chegada de Trump à China representa um dos movimentos de maior visibilidade da política externa americana no período. Enquanto o Air Force One cruzava o espaço aéreo asiático, quase 9 mil pessoas acompanhavam ao vivo a rota pelo FlightRadar24.
O contexto das semanas anteriores também pesa sobre a viagem. Antes mesmo de pousar em Pequim, Trump havia recebido, dentro da própria Casa Branca, o recado de que a ausência americana havia sido preenchida pela China na América Latina. A visita acontece, portanto, sob uma pressão simbólica que vai além do protocolo diplomático.
