Política

Zema chama fim da escala 6×1 de populismo e ataca três ministros do STF

Pré-candidato do NOVO critica tramitação em ano eleitoral e chama Moraes, Toffoli e Gilmar de 'frutas podres'
Zema chama 6×1 de populismo em crítica institucional ao STF durante eleições 2026

O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (NOVO) afirmou nesta sexta-feira (24) que a proposta de acabar com a escala de trabalho 6×1 é “populismo” e aproveitou a mesma entrevista para classificar três ministros do Supremo Tribunal Federal como “frutas podres”.

As declarações foram dadas durante entrevista à Rádio Bandeirantes, em Goiânia. Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes foram os alvos diretos do ex-governador de Minas Gerais.

Zema concentrou as críticas ao timing da tramitação. Há quatro projetos sobre a escala 6×1 no Congresso Nacional, incluindo o enviado pelo presidente Lula em 15 de abril com urgência constitucional, que prevê jornada de 40 horas semanais e escala 5×2 para cerca de 14 milhões de trabalhadores.

Para o pré-candidato, pautar o tema em ano eleitoral é estratégia política, não solução concreta. Em vez do fim da escala 6×1, ele defende que o Brasil adote o modelo americano: remunerações variando conforme a carga horária, com liberdade de escolha tanto para funcionários quanto para empregadores.

Ataques ao Supremo

As críticas ao STF foram igualmente contundentes. Zema associou a Corte, em mais de um momento, ao escândalo do Banco Master — instituição liquidada pelo Banco Central após operações suspeitas de seu ex-dono Daniel Vorcaro, preso por fraudes ao sistema financeiro.

O ministro Gilmar Mendes foi o principal alvo. Zema relembrou a decisão de 2009 em que Mendes liberou o médico Roger Abdelmassih, condenado a mais de cem anos de prisão por estuprar dezenas de pacientes.

A declaração veio um dia após Hugo Motta anunciar a instalação da comissão especial da PEC 6×1, com votação prevista no plenário da Câmara para maio — reforçando o argumento de Zema sobre o calendário político da proposta.

Questionado sobre o que faria com o STF se eleito presidente, Zema apresentou duas propostas concretas: estabelecer idade mínima de 60 anos para nomeação de ministros, mantendo os atuais 75 como teto, e acabar com as decisões monocráticas.

Na avaliação do pré-candidato, a possibilidade de um único ministro reverter votações do Congresso com uma “canetada” representa um problema institucional grave. “Uma canetada de um ministro é capaz de anular a votação de 400 deputados federais”, afirmou.

Zema vem trocando farpas publicamente com Gilmar Mendes há semanas. O STF foi procurado pela imprensa, mas não respondeu às declarações do pré-candidato até o fechamento da reportagem.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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