Política

Defesa pede ao STF autorização urgente para operar ombro de Bolsonaro

Procedimento artroscópico está marcado para os dias 24 ou 25 de abril e envolve reparação do manguito rotador
Momento no STF: pedido urgente de autorização para cirurgia de Bolsonaro no ombro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou no Supremo Tribunal Federal um pedido de autorização para que ele seja submetido a uma cirurgia no ombro direito nos dias 24 ou 25 de abril de 2026.

O procedimento, indicado por médico especialista, visa reparar o manguito rotador e lesões associadas confirmadas por ressonância magnética. Os advogados pedem que a autorização abranja desde os atos preparatórios até a reabilitação pós-operatória, e solicitam análise com urgência dada a natureza médica do caso.

Lesão de alto grau e cirurgia artroscópica indicada

Laudo ortopédico apresentado ao STF aponta que Bolsonaro persiste com dores noturnas e incapacidade funcional no ombro direito, sem resposta satisfatória ao tratamento conservador. Exame físico e ressonância magnética confirmaram lesão de alto grau no manguito rotador, estrutura responsável pela mobilidade do ombro.

A recomendação médica é pela abordagem artroscópica — técnica minimamente invasiva que reduz o tempo de recuperação e o risco cirúrgico em comparação aos procedimentos abertos.

O procedimento ocorreria durante o período de prisão domiciliar humanitária de 90 dias concedida pelo ministro Alexandre de Moraes em 27 de março, após a rápida deterioração do quadro clínico do ex-presidente. Por isso, a autorização judicial é necessária antes de qualquer intervenção.

Condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro, de 71 anos, cumpre o benefício domiciliar em razão das condições de saúde.

Melhora geral após pneumonia, mas ombro segue limitado

Relatórios médicos enviados à Corte indicam evolução positiva do quadro geral de Bolsonaro. Após 12 dias de internação com broncopneumonia bilateral, o ex-presidente recebeu alta e iniciou a fase de recuperação domiciliar, durante a qual a dor no ombro persistiu e passou a exigir intervenção cirúrgica.

Os documentos registram “boa evolução” dos quadros pulmonar e digestivo, com redução de sintomas como falta de ar, cansaço e refluxo gastroesofágico. As crises de soluço, que preocupavam a equipe, estão sendo controladas com ajuste de medicamentos — a resposta é descrita como “satisfatória”.

A rotina atual inclui dieta rigorosa, seis sessões semanais de fisioterapia cardiorrespiratória e motora e tratamento para controle da pressão arterial. A cirurgia no ombro, se autorizada pelo STF, representaria mais uma etapa no processo de recuperação antes do cumprimento definitivo da pena.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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