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Sete em cada dez alunos do ensino médio utilizam IA generativa em pesquisas escolares

Levantamento do Datafolha aponta popularização do ChatGPT e outras ferramentas entre estudantes e destaca desafios para professores e escolas

Uma pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pelo G1, revela que 69% dos alunos do ensino médio já usam inteligência artificial generativa para pesquisas escolares.

Entre os que ainda não utilizam, 17% pretendem adotar a tecnologia em breve. O ChatGPT lidera entre as ferramentas mais citadas pelos estudantes.

Apesar da ampla adesão, apenas 32% dos alunos receberam orientação dos professores sobre o uso dessas plataformas.

Popularização da IA generativa entre estudantes

O levantamento mostra que o uso de inteligência artificial generativa está transformando a rotina dos estudantes do ensino médio, que recorrem a plataformas como ChatGPT, Copilot e Gemini para elaborar textos, tirar dúvidas e organizar ideias em pesquisas escolares. A pesquisa indica que 69% dos alunos do ensino médio já utilizam essas ferramentas, enquanto 17% planejam começar a usar em breve.

Além do ensino médio, a tecnologia também chega aos anos iniciais (15%) e finais (39%) do ensino fundamental. No total, 37% dos alunos da educação básica usam IA generativa, mas apenas 19% receberam orientação docente sobre o uso correto dessas ferramentas.

Percepção e desafios do uso da IA

Estudantes acreditam que a IA facilita o aprendizado e torna as pesquisas mais rápidas e eficientes. No entanto, há preocupação com a veracidade das informações geradas. Educadores alertam para o risco de dependência excessiva e reforçam a importância do desenvolvimento do pensamento crítico.

Adaptação das escolas e professores

As escolas e professores buscam integrar a inteligência artificial ao currículo, promovendo o uso consciente e ético das ferramentas digitais. Apenas 32% dos alunos do ensino médio receberam algum tipo de orientação sobre o uso de IA em atividades escolares.

A pesquisa destaca ainda que a conectividade nas escolas brasileiras avançou: 96% das instituições de educação básica possuem acesso à internet e 88% têm rede disponível em sala de aula, um aumento de 20 pontos percentuais em relação a 2020. Apesar disso, persistem desigualdades, principalmente em escolas municipais, menores e rurais, quanto ao acesso a dispositivos e à internet.

Formação continuada dos professores

A maioria dos professores demonstra interesse em aprender sobre tecnologias digitais. Cerca de 54% buscaram formação continuada sobre o tema nos 12 meses anteriores à pesquisa. No entanto, entre docentes de redes municipais, o interesse caiu de 62% em 2021 para 43% em 2024.

Os dados mostram ainda que 82% dos professores fizeram cursos sobre plataformas digitais para criação de materiais didáticos, 79% buscaram informações para adaptar atividades ao ritmo dos alunos, 69% participaram de formação sobre uso seguro de tecnologias digitais, 68% sobre educação midiática e 59% sobre uso de IA em atividades educacionais.

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Escrito com o apoio da inteligência artificial
Este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
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