O mundo registrou em 2024 o ano mais quente de sua história, com recordes de temperatura global e nacional. No Brasil, mais de 6 milhões de pessoas ficaram expostas ao calor extremo por pelo menos cinco dias, com temperaturas superiores a 40°C em várias regiões.
O fenômeno do aquecimento global é impulsionado principalmente pelas emissões crescentes de gases do efeito estufa, provenientes da queima de combustíveis fósseis e do desmatamento, especialmente no Brasil.
Recordes de temperatura e impacto no Brasil
O aumento das temperaturas não é mais um fenômeno isolado. Em 2024, todas as cidades brasileiras enfrentaram pelo menos um dia de calor extremo. O verão do início do ano foi o segundo mais quente já registrado no país. Mais de 6 milhões de brasileiros passaram por pelo menos cinco dias consecutivos sob calor intenso, com termômetros frequentemente acima dos 40°C.
Causas do aquecimento global
O principal fator por trás dos recordes de calor é o aumento das emissões de gases do efeito estufa. Esses gases, como resultado da queima de combustíveis fósseis — carvão, petróleo e gás —, aprisionam o calor na atmosfera, elevando as temperaturas globais.
No Brasil, o desmatamento se destaca como a maior fonte dessas emissões. A destruição e queima de árvores libera grandes quantidades de gases poluentes, agravando o aquecimento.
Consequências do desmatamento
O desaparecimento das florestas brasileiras tem efeitos diretos no clima. Sem árvores, há redução da umidade e da formação de nuvens, o que diminui a ocorrência de chuvas e aumenta a exposição ao sol. Esse ciclo intensifica ainda mais o aquecimento da superfície terrestre.
O cenário de calor extremo e recordes de temperatura evidencia a urgência de ações para conter as emissões e preservar as florestas. A continuidade desse quadro pode levar a impactos ainda mais severos para a população e para o meio ambiente.