O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta terça-feira (5) da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, conhecido como Conselhão, no Palácio Itamaraty.
O evento deve reforçar a soberania nacional e a unidade do país, além de trazer críticas ao recente tarifaço imposto pelos Estados Unidos.
O encontro reúne ministros, empresários, ativistas e representantes de diversos setores para debater políticas públicas e apresentar resultados dos trabalhos do colegiado.
Detalhes da reunião do Conselhão
O Conselhão é vinculado à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência (SRI) e tem como objetivo reunir diferentes setores da sociedade civil para discutir os grandes temas da atualidade. A reunião desta terça-feira acontece às 9h no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores.
A abertura do encontro será feita pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, seguida dos discursos do vice-presidente Geraldo Alckmin e, por fim, do presidente Lula, que encerra a abertura da reunião pela manhã.
Durante o evento, serão apresentados resultados dos trabalhos dos conselheiros e o governo planeja assinar decretos, sanções e acordos de cooperação com base em propostas geradas no âmbito do Conselhão.
Composição e histórico do Conselhão
O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável foi criado em 2003 pelo presidente Lula, extinto durante o governo de Jair Bolsonaro e recriado em 2023. Esta é a quinta reunião desde sua retomada.
Para a edição deste ano, Lula reconduziu 155 nomes e fez 131 novas nomeações, incluindo figuras conhecidas como a atriz Dira Paes, o ex-jogador Raí e o influenciador Felipe Neto. Também integram o conselho membros do movimento negro, empresários de tecnologia de empresas como Google, TikTok e Samsung, além de representantes do mercado financeiro, negócios sustentáveis e da educação.
O Conselhão busca promover a participação de diferentes setores na formulação de políticas públicas, reforçando a unidade nacional diante de desafios como o aumento das tarifas dos Estados Unidos.