O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu início nesta segunda-feira (25) ao tratamento de radioterapia superficial no couro cabeludo, realizado na unidade brasiliense do Hospital Sírio Libanês.
O procedimento é complementar à retirada de um câncer de pele ocorrida em 24 de abril, em São Paulo. O diagnóstico apontou carcinoma basocelular — o tipo mais comum de câncer de pele, causado pela exposição crônica ao sol.
Protocolo: 15 sessões de dois minutos
Segundo interlocutores do presidente, o tratamento consiste em 15 sessões de dois minutos, distribuídas ao longo de três semanas. A radioterapia superficial é aplicada diretamente sobre a pele, sendo indicada após cirurgia oncológica para tratar a região operada.
O Hospital Sírio Libanês classificou o procedimento como tratamento complementar — etapa padrão no protocolo para esse tipo de neoplasia cutânea.
A cirurgia de abril
A remoção do carcinoma basocelular aconteceu em 24 de abril, na unidade paulistana do Sírio Libanês. A responsável pelo procedimento foi a dermatologista Cristina Abdala, que explicou tratar-se do tipo mais prevalente entre os cânceres de pele — resultado direto da exposição cumulativa ao sol ao longo dos anos.
A sessão desta segunda-feira marca o início do protocolo de radioterapia, que se estenderá pelas próximas três semanas. O tratamento ocorre em Brasília.
A retirada do câncer de pele, realizada em 24 de abril em São Paulo, foi conduzida pela dermatologista Cristina Abdala. Na ocasião, ela esclareceu que o carcinoma basocelular é o tipo mais comum causado pela exposição crônica ao sol — dado que contextualiza o diagnóstico do presidente.
O Hospital Sírio Libanês divulgou as informações em nota oficial, sinalizando que novos detalhes sobre o estado de saúde do presidente poderiam ser acrescentados ao longo do dia.
