O Pix ficou fora do ar na manhã desta segunda-feira (29), causando instabilidade em pagamentos e transferências em todo o país.
Usuários de diferentes bancos relataram problemas desde o início do dia, afetando operações em estabelecimentos e entre pessoas físicas.
O Banco Central informou que trabalha para normalizar o sistema o mais rápido possível, mas ainda não apresentou uma solução definitiva.
Relatos de instabilidade atingem múltiplos bancos
Desde as primeiras horas da manhã, clientes de instituições como Bradesco, Itaú, Mercado Pago, Nubank e Santander relatam dificuldades para usar o Pix. Os relatos se multiplicaram nas redes sociais, indicando que o problema não se restringe a um banco específico, mas ao sistema como um todo.
Segundo o site DownDetector, que monitora interrupções em serviços online, as notificações de falhas começaram por volta das 11h, chegando a cerca de 8.400 registros de instabilidade. O aumento das reclamações em pelo menos cinco bancos reforça a hipótese de que a origem do problema está no sistema do Banco Central.
Impacto para usuários e comércio
A instabilidade afeta principalmente pagamentos em estabelecimentos comerciais e transferências entre pessoas físicas, gerando transtornos para quem depende do serviço para movimentar dinheiro rapidamente. Usuários também relataram falhas em plataformas de comércio eletrônico, ampliando o impacto da falha.
O g1 apurou relatos de instabilidade em diferentes aplicativos bancários, como Bradesco, Itaú, Mercado Pago, Nubank e Santander. Nas redes sociais, usuários compartilharam suas experiências e dificuldades, como no caso de um cliente que afirmou: “Estou tentando pagar no Mercado Pago, mas está dando erro. O problema está no Banco Central”.
A reportagem entrou em contato com o Banco Central, que afirmou estar trabalhando para restabelecer o serviço, mas ainda não divulgou um posicionamento oficial detalhado sobre a causa da falha. Até o momento, não há previsão para a normalização total do sistema.
O episódio reforça a dependência crescente do Pix como meio de pagamento e transferência no Brasil, evidenciando a necessidade de estabilidade e transparência em situações de crise técnica.