A diplomacia brasileira está atenta aos recentes reveses sofridos pela extrema direita nos Estados Unidos e na França. O governo observa como esses eventos podem impactar as relações internacionais. No caso de Marine Le Pen, ela foi condenada por corrupção e está inelegível por cinco anos, enquanto nos EUA, Donald Trump enfrenta desafios judiciais sobre suas políticas.
Na França, a condenação de Marine Le Pen por desvios de fundos da União Europeia resultou em sua exclusão das eleições pelos próximos cinco anos. Este desfecho é considerado um marco importante por diplomatas que mantêm laços com o presidente francês, Emmanuel Macron. Essa situação ressalta o papel do Judiciário na contenção de iniciativas de extrema direita.
Nos Estados Unidos, Donald Trump tem visto suas propostas enfrentarem resistência judicial, inclusive medidas que afetavam o orçamento para ajuda humanitária e endureciam políticas de imigração. Diante dessa situação, Trump levantou a possibilidade de impeachment de magistrados, destacando o papel essencial que o ‘baixo Judiciário’ e a opinião pública têm desempenhado na garantia dos direitos constitucionais.
A análise corrente indica que a agenda de Donald Trump levou a desvalorizações do dólar e a uma intensificação das críticas. Em uma atitude controversa, Trump mencionou em entrevista a intenção de disputar um terceiro mandato, ação proibida pela Constituição dos EUA, sugerindo sua disposição em romper com a ordem vigente. Essa declaração alimenta a percepção de que ele poderia promover uma ruptura com a tradição bipartidária americana.