Política

Quase 900 mortos em quatro dias de guerra entre EUA, Israel e Irã

Iranianos somam 787 das vítimas, mas conflito já causou mortes em pelo menos oito países da região

Quase 900 pessoas morreram nos primeiros quatro dias da ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro. O país concentra a maior parte das vítimas: 787 mortos, incluindo 165 estudantes e funcionários atacados em uma escola primária no sul do Irã.

O balanço, divulgado pela Reuters na terça-feira (3), aponta que o conflito já causou mortes em pelo menos oito países da região.

Vítimas país a país

O Irã concentra 787 dos quase 900 mortos. O número, informado pela Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano, inclui 165 vítimas de um ataque com mísseis à escola primária de Minab, no sul do país, no primeiro dia da guerra. Não está confirmado se a contagem inclui militares da Guarda Revolucionária Islâmica.

As imagens de satélite obtidas pelo Tropiquim ajudam a dimensionar a destruição: os bombardeios atingiram o complexo presidencial, o quartel da Guarda Revolucionária, o Hospital Ghandi e prédios do Ministério da Inteligência em Teerã. Veja as imagens completas da destruição na capital iraniana.

Em Israel, dez civis morreram, nove deles em um único ataque com mísseis iranianos contra Beit Shemesh, próxima a Jerusalém, em 1º de março. O serviço de ambulâncias Magen David Adom confirmou os números. As Forças de Defesa de Israel não registraram baixas militares.

No Líbano, o Ministério da Saúde contabilizou 50 mortos em ataques israelenses. Entre os casos estão vítimas de um prédio residencial em Baalbek e de um hotel em Hazmieh, na região de Beirute.

Conflito se expande pelo Oriente Médio

Além do front principal, o conflito produziu vítimas em outros países da região. Seis militares americanos morreram em um ataque a uma instalação no Kuwait, segundo o Comando Central dos EUA. No mesmo país, três pessoas — incluindo dois soldados kuwaitianos — foram mortas em ataques iranianos, conforme os Ministérios da Saúde e das Relações Exteriores.

No Bahrein, uma pessoa morreu após incêndio na Cidade Industrial de Salman, provocado pela interceptação de um míssil. Nos Emirados Árabes Unidos, o Ministério da Defesa confirmou três mortes. Uma vítima também foi registrada no mar: um trabalhador morreu após um projétil atingir o navio-tanque de produtos químicos MKD VYOM, de bandeira das Ilhas Marshall, ao largo de Mascate.

O saldo crescente tem origem nos bombardeios de sábado (28), quando EUA e Israel assassinaram o líder supremo Ali Khamenei. Desde então, o Irã prometeu sérias consequências e passou a atacar países vizinhos com mísseis.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
Leia mais

Putin ameaça cortar gás europeu em meio à crise energética global

Pai processa Google após Gemini supostamente incentivar suicídio do filho

TSE retira regra que permitia impulsionar críticas ao governo em 2026

Alcolumbre aguarda Lula e Planalto segura mensagem de Messias ao STF