Política

No 14º dia de guerra, Trump celebra matar autoridades iranianas e anuncia mais ataques

Presidente americano afirma ter 'munição ilimitada' e diz que os EUA destroem o Irã militar e economicamente

No 14º dia de guerra entre EUA, Israel e Irã, o presidente americano Donald Trump prometeu novos ataques nesta sexta-feira (13) e afirmou estar “destruindo totalmente” o regime iraniano, tanto no campo militar quanto no econômico.

Em publicação nas redes sociais durante a madrugada, Trump declarou ter “munição ilimitada e muito tempo” no conflito e chamou de “grande honra” matar autoridades do regime de Teerã.

Trump usou seus superlativos costumeiros para descrever o avanço americano: “Vejam o que acontecerá hoje com esses canalhas desequilibrados”, escreveu o presidente, prometendo novos ataques para o dia.

O discurso incluiu uma declaração de tom incomum mesmo para o presidente americano: “Eles vêm matando pessoas inocentes em todo o mundo há 47 anos, e agora eu, como o 47º presidente dos Estados Unidos da América, estou matando eles. Que grande honra é fazer isso!”

Conflito no 14º dia

Os Exércitos norte-americano e israelense realizam ataques diários em território iraniano e já atingiram milhares de alvos desde o início das operações. O regime de Teerã, por sua vez, tem respondido com ataques retaliatórios contra Israel e contra bases americanas pelo Oriente Médio.

A escalada dos bombardeios mútuos fez o conflito ultrapassar as fronteiras do Irã e de Israel, atingindo outros países da região.

A retórica de destruição total representa uma virada em relação ao discurso de dias anteriores. Na segunda-feira, Trump havia declarado que a guerra estava “praticamente concluída” — mas no 14º dia o presidente americano ainda prometia novos ataques e descrevia a aniquilação do regime iraniano.

Uma semana antes, Trump exigia a “rendição incondicional” do Irã e anunciava uma fase ainda mais devastadora dos bombardeios — escalada que agora ele enquadra como destruição total do regime.

A transformação no discurso também aparece no campo do arsenal. No início do conflito, Trump havia admitido que os EUA “não estavam onde gostariam” em armamentos e acionou produção emergencial — desta sexta, o presidente reivindica ter “munição ilimitada e muito tempo” para o que restar da guerra.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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