Tecnologia

Funcionário da Meta baixa 30 mil fotos privadas e é detido em Londres

Demitido após descoberta, homem criou script para burlar sistemas de segurança internos da empresa
Logotipo Meta com ícones de produtos, falha de segurança: funcionário Meta baixou fotos privadas do Facebook

Um funcionário da Meta em Londres foi detido pela polícia sob suspeita de ter baixado mais de 30 mil imagens privadas de usuários do Facebook. A empresa confirmou a demissão e disse ter acionado as autoridades assim que tomou conhecimento do caso.

Segundo o jornal britânico The Guardian, a violação foi descoberta há mais de um ano. O homem, cuja identidade não foi divulgada, foi liberado sob fiança enquanto as investigações continuam.

Como o acesso não autorizado foi feito

Documentos judiciais citados pela agência de notícias Press Association revelam que o funcionário desenvolveu um script personalizado para contornar os sistemas internos de detecção da Meta — uma camada de segurança projetada exatamente para impedir esse tipo de acesso em massa.

A brecha permitiu o download silencioso de dezenas de milhares de imagens que usuários mantinham com restrição de privacidade em suas contas do Facebook.

Resposta da Meta

A empresa afirmou que, ao descobrir a violação, comunicou imediatamente o caso à polícia britânica. Também garantiu que os usuários afetados foram notificados individualmente e que seus sistemas de segurança passaram por atualização após o episódio.

O caso ocorre em um momento de escrutínio crescente sobre como as grandes plataformas controlam o acesso de seus próprios funcionários a dados sensíveis dos usuários — uma vulnerabilidade frequentemente subestimada no debate sobre privacidade digital.

O episódio não é isolado no histórico recente da Meta. O caso se soma a um padrão preocupante: semanas atrás, a empresa já enfrentava um processo por permitir que funcionários terceirizados no Quênia acessassem imagens íntimas capturadas pelos óculos Ray-Ban Meta para treinar inteligência artificial.

Juntos, os dois casos levantam questões sobre os limites reais do controle interno em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo — e sobre a responsabilidade das plataformas diante de dados pessoais que seus próprios colaboradores podem acessar.

A investigação policial segue aberta no Reino Unido. Não há, até o momento, confirmação sobre indiciamento formal ou prazo para conclusão do caso.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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