Saúde

Médico confirma alta de Bolsonaro para sexta-feira após 12 dias internado

Casa do ex-presidente é preparada enquanto STF mantém prisão domiciliar humanitária de 90 dias
Colagem editorial mostrando alta hospitalar Bolsonaro sexta-feira com STF ao fundo em decisão de prisão domiciliar

O cardiologista Brasil Caiado confirmou nesta quarta-feira (25) que Jair Bolsonaro tem alta hospitalar programada para sexta (27), no Hospital DF Star, em Brasília.

O ex-presidente está internado desde 13 de março, quando foi diagnosticado com pneumonia por broncoaspiração após passar mal na Papudinha. Ele ficou dez dias na UTI e saiu do setor na segunda-feira (23).

Segundo Caiado, o ciclo de antibióticos se encerrava na quinta-feira (26) e a alta deve ocorrer “na transição entre a manhã e a tarde” de sexta. O médico disse que o quadro agudo foi superado no início desta semana, com boa evolução clínica desde segunda.

A casa do ex-presidente já está sendo preparada para recebê-lo. Caiado classificou o ambiente domiciliar como “humanamente mais saudável”, mas ressaltou que o acompanhamento médico continuará. Uma cama especial foi providenciada para reduzir riscos de refluxo — descrito pelo médico como “um problema quase central” do paciente no momento.

Prisão domiciliar e contexto jurídico

A confirmação da alta vem dois dias depois de o ministro Alexandre de Moraes, do STF, conceder prisão domiciliar humanitária pelo prazo de 90 dias a Bolsonaro, em razão de suas condições de saúde. A decisão atendeu parcialmente pedido da defesa do ex-presidente.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por golpe de Estado. Na segunda-feira (23), quando Bolsonaro deixou a UTI, a Procuradoria-Geral da República já havia enviado ao STF parecer favorável à prisão domiciliar — pedido que seria concedido por Moraes dois dias depois.

A internação começou no dia 13 de março, quando Bolsonaro deu entrada no DF Star com saturação de oxigênio a 80% e diagnóstico de broncopneumonia bacteriana — quadro que o manteve dez dias na UTI antes da recuperação que levou à alta prevista para sexta.

Histórico de internações desde a prisão

Essa não é a primeira crise de saúde enfrentada por Bolsonaro desde que foi preso. Em setembro do ano passado, ainda em prisão domiciliar, ele precisou de atendimento médico por vômitos, tontura e queda de pressão arterial.

Em janeiro deste ano, quando estava detido na Superintendência da Polícia Federal, o ex-presidente foi hospitalizado após bater a cabeça em um móvel da cela. No mesmo mês, foi transferido para a Papudinha — unidade que conta com fisioterapia, médicos 24 horas, barra de apoio na cama e cozinha adaptada.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
Leia mais

STF retoma julgamento dos penduricalhos com quatro ministros relatores

Senadores recorrem ao STF para forçar instalação da CPI do Master

Carne bovina responde por 40% do desmatamento agrícola global e Brasil lidera ranking

Coalizão de 30 países articula reabertura do Estreito de Ormuz bloqueado pelo Irã