Política

Bolsonaro deixa UTI e PGR pede prisão domiciliar ao STF

Ex-presidente segue internado no DF Star sem previsão de alta; procurador cita risco à integridade física
Bolsonaro alta da UTI: pedido de prisão domiciliar ao STF em contexto institucional

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta da UTI do Hospital DF Star, em Brasília, nesta segunda-feira (23), e foi transferido para um quarto. A saída da terapia intensiva ocorre dez dias após sua internação emergencial, mas sem previsão de alta hospitalar.

No mesmo dia, a Procuradoria-Geral da República enviou ao STF um parecer favorável à prisão domiciliar para o ex-presidente — pedido formulado pela defesa enquanto ele cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.

Quadro clínico e tratamento

Segundo o médico de Bolsonaro, doutor Brasil Caiado, o ex-presidente segue com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. O boletim médico divulgado na manhã desta segunda descreve o quadro como “estável clinicamente”.

Bolsonaro foi internado em caráter de emergência no dia 13 de março com saturação de oxigênio a 80% e diagnóstico de broncopneumonia bacteriana — quadro que agora evolui para a saída da UTI após dez dias de tratamento intensivo. O boletim indicava que, se a evolução se mantivesse “satisfatória”, o ex-presidente deveria receber alta da terapia intensiva “nas próximas 24 horas” — prazo que se confirmou.

PGR favorável à domiciliar

A manifestação enviada pelo procurador-geral Paulo Gonet ao STF argumenta que a concessão de prisão domiciliar “encontra apoio no dever dos Poderes de preservação da integridade física e moral” de pessoas sob custódia do Estado.

Gonet afirma que “o estado de saúde do postulante demanda a atenção constante e atenta que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional em vigor, está apto para propiciar”. O parecer será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.

A defesa de Bolsonaro foi quem formulou o pedido de prisão domiciliar, argumentando que o quadro de comorbidades do ex-presidente expõe sua integridade a risco iminente, com possibilidade de novos episódios súbitos de mal-estar. A equipe médica do ex-presidente corrobora esse argumento nos laudos apresentados à corte.

A decisão final caberá a Alexandre de Moraes, sem prazo definido para análise. Caso a domiciliar seja concedida, Bolsonaro deixaria o sistema prisional para cumprir o restante da pena em casa, sob monitoramento eletrônico.

O ex-presidente cumpre pena na Papudinha, em Brasília, penitenciária de onde foi encaminhado ao Hospital DF Star após passar mal em 13 de março. A condenação de 27 anos e 3 meses foi imposta pelo STF por tentativa de golpe de Estado.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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