Economia

Dólar sobe com nova escalada no Golfo após Irã ameaçar estruturas energéticas

Iranenses passam a mirar ativos de energia vinculados aos EUA em retaliação a ataque israelense
Dólar abre em alta no Oriente Médio com ameaça iraniana contra estruturas energéticas dos EUA

O dólar abriu em alta de 0,23% nesta quinta-feira (19), cotado a R$ 5,2578, em meio à cautela dos mercados globais após o Irã anunciar uma nova fase da guerra no Oriente Médio.

Teerã passou a mirar estruturas de energia no Golfo Pérsico vinculadas aos Estados Unidos, em retaliação ao ataque de Israel ao maior campo de gás do mundo em território iraniano. A ação provocou disparada nos preços do petróleo e do gás natural.

Mercados globais em queda

Em Wall Street, os índices futuros apontavam para abertura em terreno negativo. Por volta das 9h27 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,38%, enquanto o S&P 500 recuava 0,45% e o Nasdaq 100 tinha baixa de 0,61%.

Na Europa, as bolsas também operavam em queda. O índice britânico FTSE 100 recuava 2,40%, enquanto o DAX, da Alemanha, caía 2,41% e o CAC 40, da França, tinha baixa de 1,77%. O Banco da Inglaterra votou por unanimidade pela manutenção dos juros, citando riscos inflacionários liés à guerra no Oriente Médio.

Asia em queda livre

Na Ásia, os mercados fecharam em território negativo. O Nikkei, do Japão, registrou queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, enquanto Xangai recuou 1,4%, aos 4.006 pontos.

Brasil tenta conter alta do diesel

No cenário local, o governo federal propôs zerar o ICMS sobre a importação de diesel até o fim de maio, com metade das perdas dos estados compensada pela União. A medida visa conter uma alta do combustível em ano eleitoral em meio à disparada do petróleo.

Decisões de juros

Com poucos indicadores previstos no Brasil, os investidores acompanharam as decisões de juros de grandes economias. O Banco do Japão (BoJ), o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra (BoE)-annunciaram suas taxas.

No Brasil, a Selic foi reduzida em 0,25 ponto, para 14,75% ao ano. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve as taxas entre 3,50% e 3,75% ao ano.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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