Política

Paquistanês é condenado por planejar assassinato de Trump a mando do Irã

Asif Merchant admitiu participação em complô da Guarda Revolucionária para eliminar Trump, Biden e Nikki Haley

Um cidadão paquistanês foi condenado em Nova York por planejar o assassinato de Donald Trump, Joe Biden e Nikki Haley a mando do Irã. A sentença foi anunciada pelo Departamento de Justiça dos EUA na sexta-feira (6).

Asif Merchant recrutou pessoas nos Estados Unidos para executar os atentados, motivado pela morte do general iraniano Qassem Soleimani, eliminado por ordem de Trump em 2020, durante o primeiro mandato republicano.

Condenação e vínculo com a Guarda Revolucionária

Merchant foi condenado por “assassinato por encomenda e tentativa de cometer um ato de terrorismo que transcende as fronteiras nacionais”, conforme o Departamento de Justiça. O julgamento ocorreu no Brooklyn e foi concluído dias antes de Trump ordenar um ataque conjunto com Israel contra o território iraniano.

O paquistanês admitiu ter participado do complô com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, mas alegou coerção: disse ter agido contra a própria vontade para proteger familiares que vivem em Teerã. A defesa buscou apresentar Merchant como vítima de pressão do regime iraniano, e não como um agente voluntário.

Segundo o réu, ele nunca recebeu ordem direta para eliminar uma pessoa específica. Os nomes dos três alvos políticos americanos teriam sido mencionados pelo seu contato iraniano durante conversas realizadas na própria capital do Irã — sem uma instrução formal de execução.

Informante impediu os atentados

Em abril de 2024, uma pessoa contatada por Merchant para integrar o complô decidiu denunciá-lo às autoridades americanas e passou a colaborar como informante. A ação frustrou qualquer tentativa de execução do plano antes que saísse do papel.

Merchant foi preso ainda em 2024 e se declarou inocente à época. Teerã negou categoricamente as acusações de que o governo iraniano teria planejado atingir Trump ou qualquer outro funcionário do governo dos Estados Unidos.

O caso foi julgado num momento de escalada nas relações entre Washington e Teerã. O comandante iraniano que chefiava a unidade responsável pelo complô foi eliminado pelas Forças Armadas americanas dias depois da condenação de Merchant, em operação confirmada pelo Pentágono.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
todos os fatos foram verificados com rigor.
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