Política

Submarino dos EUA afunda navio iraniano enquanto guerra chega ao sexto dia

Pentágono promete vitória definitiva; Irã busca novo aiatolá e lança mísseis contra Israel

Um submarino dos Estados Unidos afundou o navio de guerra iraniano IRIS Dena nas costas do Sri Lanka nesta quarta-feira (4), matando 87 pessoas e ferindo outras 32. O secretário de Guerra Pete Hegseth assumiu a autoria do ataque em coletiva de imprensa.

O conflito entre EUA, Israel e Irã entra no sexto dia com mais de mil mortes registradas pela mídia estatal iraniana. O Pentágono prometeu novas ondas de bombardeios rumo à vitória definitiva.

Ataque histórico nas águas do Sri Lanka

A operação é considerada uma das poucas vezes em que um submarino afundou um navio em combate desde a Segunda Guerra Mundial. O IRIS Dena era uma das embarcações mais modernas da Marinha iraniana, equipada com artilharia pesada, mísseis antinavio e torpedos, e realizava missão de patrulha em águas profundas.

Ao todo, pelo menos 17 navios iranianos foram afundados desde o início do conflito, segundo o almirante Brad Cooper, que lidera o Comando Central das Forças Armadas dos EUA.

Pentágono diz vencer e anuncia reforços

Em coletiva, Hegseth afirmou que os EUA estão vencendo a guerra e que as forças americanas têm controle absoluto do conflito. O Pentágono enviou mais jatos à região e prometeu domínio completo e incontestado sobre os céus do Irã.

O conflito teve início no sábado (28 de fevereiro), quando bombardeios americanos e israelenses em Teerã mataram o líder supremo Ali Khamenei e autoridades de alto escalão. Desde então, o Irã tem retaliado com mísseis e drones contra Israel e bases norte-americanas no Oriente Médio.

A Guarda Revolucionária iraniana concentra esforços em interceptar embarcações dos EUA e do Reino Unido no mar. Mais de dez navios e petroleiros foram alvejados pelos iranianos desde o início da guerra.

Espanha recusa cooperação e Europa se divide

A Casa Branca anunciou cooperação militar com a Espanha, mas Madri negou o acordo categoricamente minutos depois. O primeiro-ministro Pedro Sánchez classificou as ações de Washington como uma roleta-russa com o destino global e alertou que é assim que começam as grandes catástrofes da humanidade.

Trump havia ameaçado cortar relações comerciais com os espanhóis após o governo recusar o uso de bases para atacar o Irã. A Comissão Europeia saiu em defesa da Espanha e afirmou estar pronta para defender os interesses do bloco.

Num sinal de alerta, sistemas da Otan destruíram um projétil iraniano que sobrevoou a Turquia em direção ao Mediterrâneo. Os destroços caíram próximo a uma base americana, mas o Pentágono minimizou o risco de escalada envolvendo a aliança.

Quem substitui Khamenei?

Com a morte do aiatolá, a Assembleia dos Peritos — 88 clérigos islâmicos responsáveis por eleger o líder supremo — avalia quatro candidatos. O favorito, segundo fontes do governo dos EUA, é Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder. Concorrem ainda o interino Alireza Arafi, o ultraconservador Mohammad-Mahdi Mirbagheri e o moderado Hassan Khomeini, neto do fundador da República Islâmica, visto como possível interlocutor com o Ocidente.

escrito com o apoio da inteligência artificial
este texto foi gerado por IA sob curadoria da equipe do Tropiquim.
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